Contra Rússia, Estados Unidos vão fornecer armamento pesado para Ucrânia

Por: Bruno Tomé Escritor da News365
A informação foi confirmada pelas próprias autoridades norte-americanas

Mundo 23Dezembro2017 17 h 14min

Enquanto russos apoiam separatistas, norte-americanos estão ao lado do governo ucraniano



A informação foi confirmada pelas próprias autoridades norte-americanas
A informação foi confirmada pelas próprias autoridades norte-americanas

Contra Rússia, Estados Unidos vão fornecer armamento pesado para Ucrânia

Enquanto russos apoiam separatistas, norte-americanos estão ao lado do governo ucraniano

Mundo 23Dezembro2017 17 h 14min

Autoridades norte-americanas anunciaram ainda nesta sexta-feira (22) que Donald Trump aprovou o plano para ajudar o governo da Ucrânia com armamento pesado na guerra contra os separatistas, que são apoiados pela Rússia. Com a decisão dos Estados Unidos, que antes apoiavam os ucranianos apenas com orientações e treinamentos, o relacionamento com o governo de Vladimir Putin deve voltar a ser sensível. Anteriormente, durante encontro da ONU, os Trump e Putin haviam se encontrado e acertado um plano para derrubar o Estado Islâmico. Especialistas acreditam que a decisão sobre a Ucrânia é um retrocesso para ações conjuntas dos países. 

No pacote norte-americano destinado aos ucranianos estão os mísseis antitanque Javelín, que são produzidos apenas nos Estados Unidos. O armamento é um desejo antigo do governo da Ucrânia, que assim, aumenta a sua defesa contra os separatistas. Além disso, Trump oficializou a decisão de abrir um livre negócio entre o governo do país europeu e empresas de armas norte-americanas, que estão vendendo rifles para o exército de Kiev. 

Ep>Esse passo deixa as relações entre Washington e Moscou sensíveis. A Ucrânia está acusando a Rússia de dar treinamento aos separatistas e ainda ajudar com tanques nas áreas de conflitos. A informação é negada pelo governo de Putin, mas gerou grande desconfiança nos Estados Unidos, que decidiram ajudar os ucranianos. O envio de armas letais já era analisado por Barack Obama, que também estava a favor do governo local. 

A Rússia já atacou a decisão norte-americana. O porta-voz do governo, Grigory Karasin, afirmou a uma agência de notícias que o envio das armas voltará a agravar o confronto, que acontece no leste da Ucrânia. Desde 2015, países tentam encontrar uma solução pacífica. Naquele ano, Alemanha e França intermediaram uma reunião que chegou a algumas soluções, mas não acabou completamente com o confito. 

Logo após as novas notícias, os governos da Alemanha e França pediram que os grupos que se enfrentam comecem a colocar em prática o plano político elaborado naquela reunião. Dentre as primeiras medidas, está a retirada do armamento pesado do local. Já o governo norte-americano acredita que o aumento da violência, que é observado desde o início do ano, é culpa do envolvimento direto da Rússia no confronto. 

Autoridades norte-americanas anunciaram ainda nesta sexta-feira (22) que Donald Trump aprovou o plano para ajudar o governo da Ucrânia com armamento pesado na guerra contra os separatistas, que são apoiados pela Rússia. Com a decisão dos Estados Unidos, que antes apoiavam os ucranianos apenas com orientações e treinamentos, o relacionamento com o governo de Vladimir Putin deve voltar a ser sensível. Anteriormente, durante encontro da ONU, os Trump e Putin haviam se encontrado e acertado um plano para derrubar o Estado Islâmico. Especialistas acreditam que a decisão sobre a Ucrânia é um retrocesso para ações conjuntas dos países. 

No pacote norte-americano destinado aos ucranianos estão os mísseis antitanque Javelín, que são produzidos apenas nos Estados Unidos. O armamento é um desejo antigo do governo da Ucrânia, que assim, aumenta a sua defesa contra os separatistas. Além disso, Trump oficializou a decisão de abrir um livre negócio entre o governo do país europeu e empresas de armas norte-americanas, que estão vendendo rifles para o exército de Kiev. 

Esse passo deixa as relações entre Washington e Moscou sensíveis. A Ucrânia está acusando a Rússia de dar treinamento aos separatistas e ainda ajudar com tanques nas áreas de conflitos. A informação é negada pelo governo de Putin, mas gerou grande desconfiança nos Estados Unidos, que decidiram ajudar os ucranianos. O envio de armas letais já era analisado por Barack Obama, que também estava a favor do governo local. 


Fontes:




© 2017, News 365 todos os direitos reservados.