Se EUA impor bloqueio marítimo, Coreia do Norte afirma que vai declarar guerra

Por: Bruno Tomé Escritor da News365
Mais uma vez, Coreia do Norte promete guerra caso seja contrariada
Mundo 10Dezembro2017 12 h 39min

Após lançamento de míssil por parte dos norte-coreanos, Estados Unidor quer impor bloqueio marítimo

Mais uma vez, Coreia do Norte promete guerra caso seja contrariada
Mais uma vez, Coreia do Norte promete guerra caso seja contrariada

Se EUA impor bloqueio marítimo, Coreia do Norte afirma que vai declarar guerra

Após lançamento de míssil por parte dos norte-coreanos, Estados Unidor quer impor bloqueio marítimo

Mundo 10Dezembro2017 12 h 39min

A tensão entre Estados Unidos e Coreia do Norte volta a aumentar neste domingo (10). O governo norte-coreano anunciou que se os norte-americanos continuarem com a ideia de sanções contra o país asiático, principalmente como o bloqueio marítimo, os asiáticos deverão entender a atitude como uma declaração de guerra. Após o lançamento do último míssil de teste, que chegou a ser visto por passageiros de um avião comercial, os EUA pretendem impor alguns limites a Pyongyang. 

Um comentário publicado no jornal Rodong Sinmum afirma que os Estados Unidos não podem impor bloqueio marítimo, pois viola a soberania e dignidade de um Estado Independente. O texto ainda ameaça que esse tipo de atitude não pode ser tolerada, caso seja confirmada. O artigo ainda dá conta de que Washington estaria tramando o plano para isolar a Coreia do Norte "em tempo de paz". Para os norte-coreanos, isso é um desejo ajo antigos dos americanos. Com o bloqueio marítimo, Pyongyang teme que a sua economia seja "sufocada". 

O artigo também foi divulgado por outros meios estatais. O governo ainda acredita que a imposição do bloqueio é um ato ilegal e deve ser tratado como uma invasão. Os norte-coreanos ainda relatam que os Estados Unidos estão fazendo de tudo para que uma guerra tenha início. Além da tentativa da sanção, foram citados os treinamentos aéreos realizados na última semana na península coreana. O treinamento foi o maior dos últimos tempos entre EUA e Coreia do Sul e contou com caças utilizados para liderar um possível ataque aéreo. 

No entanto, as ações norte-americanas começaram apenas após a Coreia do Norte lançar no último 29 de novembro um míssil que conseguiu alcançar uma grande altitude. Conforme especialistas, os norte-coreanos seguem fazendo testes porque querem conseguir criar uma bomba que consiga ser lançada do país asiático até os Estados Unidos. A comunidade internacional acredita que os disparos de Pyongyang vão contra as resoluções de paz da ONU. 

A tensão entre Estados Unidos e Coreia do Norte volta a aumentar neste domingo (10). O governo norte-coreano anunciou que se os norte-americanos continuarem com a ideia de sanções contra o país asiático, principalmente como o bloqueio marítimo, os asiáticos deverão entender a atitude como uma declaração de guerra. Após o lançamento do último míssil de teste, que chegou a ser visto por passageiros de um avião comercial, os EUA pretendem impor alguns limites a Pyongyang. 

Um comentário publicado no jornal Rodong Sinmum afirma que os Estados Unidos não podem impor bloqueio marítimo, pois viola a soberania e dignidade de um Estado Independente. O texto ainda ameaça que esse tipo de atitude não pode ser tolerada, caso seja confirmada. O artigo ainda dá conta de que Washington estaria tramando o plano para isolar a Coreia do Norte "em tempo de paz". Para os norte-coreanos, isso é um desejo antigos dos americanos. Com o bloqueio marítimo, Pyongyang teme que a sua economia seja "sufocada". 

O artigo também foi divulgado por outros meios estatais. O governo ainda acredita que a imposição do bloqueio é um ato ilegal e deve ser tratado como uma invasão. Os norte-coreanos ainda relatam que os Estados Unidos estão fazendo de tudo para que uma guerra tenha início. Além da tentativa da sanção, foram citados os treinamentos aéreos realizados na última semana na península coreana. O treinamento foi o maior dos últimos tempos entre EUA e Coreia do Sul e contou com caças utilizados para liderar um possível ataque aéreo. 


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